Nunca havia me sentido tão nu. Estranho falar assim. Meus personagem quase sempre acabam sem roupa mas pela primeira vez me senti nu. No entendimento daquelas palavras soltas e do abstratato desenhado por aqueles versos se constroi sim as minhas verdadeiras linhas.
Compreendo agora o que aquela moça (no caso, a artista) fazia deitada e despida sobre uma travessa de frutas na exposição do "Argentina Hoy".
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