Carne transcedida pela fusão de dois.
Não há mais nada a ser dito.
Morena, maldita, desejo que tua praga fique em ti.
Não me invadas, não me cegues.
Teu umbigo, tua nuca, teu sexo
Me acordam, mesmo no vazio,
No suor, na tua pele,
Me torturam.
Nas minhas mãos, na tua lingua,
Não és minha.
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