Isso começou há uns seis meses pelo menos. Os remanescentes da turma, que teimam em se encontrar e rir das mesmas piadas, que a cada ano perde um detalhe, entre um chopp e outro lembraram que em algum dia do mês de março faríamos dez anos que a turma foi colocada numa mesma sala pela primeira vez. .
Aqueles ali sentados na mesa de um barzinho ainda eram os mesmo, os apelidos e trejeitos ainda eram os mesmos. Mas a rotina não: Antes passávamos o dia inteiro juntos, e entre uma aula e outra havia tempo de sermos simplesmente nós mesmos. Naquele bar o uniforme era diferente do usado há dez anos atrás, o jaleco agora era substituído por uma camisa social.
A tal data chegou e passou. Os esforços de uma festa antes tão planejada não aconteceu. Esta ultima semana foi preenchida de saudosismo e ainda me custa aceitar uma lista de presença com cada vez menos nomes.
Os anos de 2003 a 2005 foram anos de ebulição. E sei que foram também para muita gente que estudou comigo e teve a oportunidade de participar de rodas de violão no patio, ou simplesmente "O bosque", do carteado nos bancos azuis, do barzinho de nome exótico, do futebol ao meio-dia, do pastel do china e todas as coisinhas que para gente era tão peculiares e impressivas que acreditávamos serem só nossas.
Lembro do cheiro das árvores às sete da manhã, e das histórias de segunda sobre o fim de semana, dos trabalhos em grupo, dos romances que se desenrolavam e dos que não iam tão bem assim.
Antes que eu me dê por mim sei que estarei aqui ou em algum outro lugar escrevendo sobre os próximos dez anos, talvez a lista de presença tenha encurtado mais ainda ou quem sabe tenha surgido mais nomes e agregados.De qualquer forma apesar de todos os medos e desafios tenho salvo em mim aqueles anos como um ponto de refugio na minha memória, e resgatar aquelas recordações me faz rir, me acalma e traz paz.
A tal data chegou e passou. Os esforços de uma festa antes tão planejada não aconteceu. Esta ultima semana foi preenchida de saudosismo e ainda me custa aceitar uma lista de presença com cada vez menos nomes.
Os anos de 2003 a 2005 foram anos de ebulição. E sei que foram também para muita gente que estudou comigo e teve a oportunidade de participar de rodas de violão no patio, ou simplesmente "O bosque", do carteado nos bancos azuis, do barzinho de nome exótico, do futebol ao meio-dia, do pastel do china e todas as coisinhas que para gente era tão peculiares e impressivas que acreditávamos serem só nossas.
Lembro do cheiro das árvores às sete da manhã, e das histórias de segunda sobre o fim de semana, dos trabalhos em grupo, dos romances que se desenrolavam e dos que não iam tão bem assim.
Antes que eu me dê por mim sei que estarei aqui ou em algum outro lugar escrevendo sobre os próximos dez anos, talvez a lista de presença tenha encurtado mais ainda ou quem sabe tenha surgido mais nomes e agregados.De qualquer forma apesar de todos os medos e desafios tenho salvo em mim aqueles anos como um ponto de refugio na minha memória, e resgatar aquelas recordações me faz rir, me acalma e traz paz.

