sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Então é Natal....

Acho que ainda estou desacelerando das provas, das agitações de 2010 em si, como uma locomotiva que leva algum tempo depois de acionado os freios para realmente parar, assim estou eu me deslocando pela inércia. Veio me a mente usar a expressão "Os freios já não são mais os mesmos" mas não.. deixa assim...

Foi um ano bom, Ah sim, claro que foi.. Porque em nenhum outro encontrei Lilian, só nesse. Então deixa assim. Pensar e viver em pares devia ser uma regra para a felicidade. Queria ser tão leve quanto o sorriso de quem me ama.

Bem, então, feliz natal e que no próximo ano as frases venham tão bem descosturadas quanto as desse post.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Da falta de tempo a sonhos estranhos

O tempo sempre me atropela.Contudo acredito que esta seja uma sensação comum a quase todos os viventes das grandes cidades. Há mais de um mês não postava nada de novo aqui e as atualizações para o tal conto da Sofia estão estacionadas desde junho. Acho que aquilo foi um erro. Pra ser sincero o conto é uma boa porcaria e nem foi revisado como deveria. De resto, as folhas caim, as plantam secam e as pessoas morrem, todos os dias e o tempo passa.

Ahn, deixa eu ver mais... ah, claro! Comecei a escrever um novo conto. As duas primeiras paginas sairam de uma so vez como algo que tá engasgado e era só dá uma apertadinha pra sair com força e se esparramar todo. O resto ainda não veio. Mas os personagens nasceram. Pelo menos eu acho. São quase independentes de mim.

Também tem uma revista literaria que ajudei numa materia mas que até hoje o pessoal não fechou a diagramação...

Voltei a ter sonhos loucos. Quem sabe seja efeito da falta de dedicação a escrita, então todo o acumulado vem na forma de sonhos bem estranhos. Queria escrever sobre eles assim como fez  H.P.Lovecraft mas sempre esqueço o que sonho. Lembro so da desconforto trazido por eles e das horas que passo sem dormir assustado pensando no sonho que acabei de ter. Depois se vai.

Poxa, tenho lido pouco também. Como estou deleixado comigo mesmo. Há uma fila de livros não termindos na minha estante. Por enquanto só leio livros de resistencia dos materiais e metalografia. Um dia me formo se Deus quiser.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Sentimentos de gaveta

Haveria de chegar o dia em que as borboletas tornar-se-iam mais amarelas e o monstro do ciúme mais verde.Sempre fui feliz por acretidar ser desprovido de ciume. Minha irmã fazia caras, e torcia o nariz ao me ver abraçando minha mãe quando criança. Mas isso é uma coisa: Achar que os pais dão mais atenção para o irmão que para você, normal...

Não me entenda como alguém insensível. Cuido e demostro o que sinto para aqueles que amo, menos ciume. Não me pertencia... eu achava. Não me ruía ver meninas que eu havia ficado no passado com outros caras, até fazia pose de zangado quando alguém vinha com mais atrevimento para alguma garota que estivesse comigo, mas nada que me tirasse do sério.

Quando algum entendido, ou metido a entendido, dizia que quem gosta sente ciume eu ria. Pura besteira. Uma ou outra vez refleti sobre o fato, mas não fui muito além. Pura besteira. Ta aí uma coisa: Ciúme não me pertence.

Poderia até me sentir superior aos outros, com um ser melhorado que era capaz de amar sem se ater a sentimentos destrutivos. Contudo, para mim, a aceitação que ele exitia em mim, como um bicho hibernante, foi mais doloroso que o sentimento em si. Eu me enganei a vida inteira. Achei impressionante (depois que tudo acalmou, lógico!) como eram vivas as imagens que meu cerebro formava só para aferventar mais ainda aquele sentimento que borbulhava.

Mas quando a fervura terminou tirei dele um bom chá. Daqueles bem quentes que a gente beberica com medo de queimar os lábios. Sentimentos turvos nascem e mostram que não nos conhecemos, que é gostoso ter alguém para amar e temer a perda. E desses sentimentos, como aqueles bonequinhos de papel, saim de mãos dadas puxando outros e outros. Até ciúme.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Sobre meu Vício

Talvez isso venha a se tornar um vicio. Como os viciados em ópio, ou sexo ou outra coisa qualquer, vejo me cada vez mais depende em jogar letras no papel. É algo que me sufoca e só alivia quando vejo as linhas se desenrolarem uma da outra, ou como uma calça apertada que só alivia as dorbras da cintura quando desabotoada. Assim me sinto, angustiado e aflito a escrever... Quem sabe esta seja a primeira etapa de um processo longo e não bem definido de loucura. A calma só me vem quando a cabeça é esvaziada aqui. E quando não sei o que quero dizer é pior ainda: Como um novelo embolado cheio de nós e tramas, por mais que veja por onde corre a linha do novelo nunca acho a ponta de forma que nunca consigo produzir algo entendível e consitente.


Mas não falo sobre inspiração, porque ela me aparece como ondas quebrando cheias de energia mas que logo recuam e só deixam marcas na areias. É assim, então aproveito as ondas e deixo que me levem e quando retornam ao mar não mais me deixam vazio porque sei que logo virão a quebrar de novo, talvez mais forte quem sabe.

Mesmo que nunca venham a ler estas minhas bobeiras, o que deixo escrito são como partes de mim que não poderiam viver só em mim e ai escrevo para que elas corram e por si ganhem espaço. Dentro de mim é muito apertado para tantas coisas, então deixo elas irem. Morrerem em mim me mataria um pouco também.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Parasemprefobia


Não sei nem por onde começar. Minha tentativa de criar uma palavra nova foi um fracasso, aquele "parasemprefobia" fico tão longo e feio, mas deixamos do jeito que está: Reconheço minha inaptidão para o neologismo e agora nenhuma palavra do dicionário vem me socorrer.

Deve existir algum termo na psicologia para ilustrar pessoas que temam o que pareça ser um pouco mais durador. Achei o "para sempre" tão fabular, tão parecido com a ultima pagina de um livro de contos infantis que existindo ou não o tal termo na psicologia essa palavra feia ae que inventei caberia muito bem para descrever a aversão a tudo que se aproxime do "para sempre".

Conheço um bando de gente que teme mais que tudo casamento e até namoros mais serios. Está certo que a maioria se mantenha ai "na pista" por outros motivos.

 Mas há os que temam o até-que-a-morte-os-separe, ou a palavra vitalício, ou perpetuo. Medo do escuro e mais medo ainda do que parece ser certo de mais, das estradas retas...

Diagnostiquei recentemente como sindrome do marinheiro invertido o fato de uma amiga nunca se relacionar com niguém que no futuro possa fazer vingar um namoro, e só sair com caras que ela tem certeza que estão aqui só de passagem. Quem sabe seja o medo de dar certo que a faça ser assim, pelo menos por enquanto.

Também sofro um pouco de parasemprefobia, toda vez que ouço alguém dizer que fulano nasceu, cresceu e morreu no lugar X, me dá um aperto no coração. É o mesmo lugar, sempre.. para sempre. Talvez tenha em mim sangue cigano, tenho a impressão que procuro algo que não está aqui. E está procura me impulsiona a outros lugares, ou seja: as mesmas paisagens me assombram mesmo quando sei que elas mudam, e eu também, diariamente.

Sei que o para sempre não existe, mas ele ainda me assusta as vezes.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

O Mal Comum

Os que me conhecem pessoalmente já sabem, e os que se deram ao trabalho de ler algumas coisas que eu postei aqui já perceberam que eu tenho um certo prazer em falar sobre o escatalógico. E é deste prazer estranho que venho contar um fato recente:

Entrei no onibus (não lotado, mas sem lugar pra sentar) e parei ao lado de uma moça. Vi meu reflexo cansado no vidro da janela e... puta-que-pariu, que cheiro de merda! A moça sentada e a senhora ao lado também notaram o cheiro, percebi pela cara que fizeram. Virei os pés pra checar se eu tinha sido premiado, mas não tinha nada. A senhora tirou a sandalia pra verificar também.

Quando o onibus parou o cheiro ficou mais intenso. Na boa, alguém cagou aqui atras. Eu desabafei, e logo vieram os protestos dos outros passageiros: Motorista, para essa porra ae e troca o carro.. tá dando não!. Teve um que já estava colocando a culpa nos politicos, tinham que ver o discurso do cara. O cidadão que tava sentado mais atras era o mais animado: Falava que os onibus deveriam vir  com borrifadores "Bom ar", que aquilo era uma vergonha e que ele não tinha pagado R$2,35 pra andar numa merda sobre rodas.

Até que depois do viaduto de Madureira desce o sujeito que era a origem de todo o problema: Bebado e com certeza todo cagado. O fedor deu uma diminuida mas não por completo, ele devia ter impregnado o banco.

O interessante é que mesmo depois que o cagão desceu as pessoas continuaram conversando, comentando o fato bizarro, rindo da desgraça daquele coitado... Quando desci até me despedi dos gaiatos desconhecidos que tornaram-se companheiros de sofrimento.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Ausência

Carne  transcedida pela fusão de dois.
Não há mais nada a ser dito.
Morena, maldita, desejo que tua praga fique em ti.
Não me invadas, não me cegues.
Teu umbigo, tua nuca, teu sexo
Me acordam, mesmo no vazio,
No suor, na tua pele,
Me torturam.
Nas minhas mãos, na tua lingua,



Não és minha.

Saramago




Não pretendo fazer aqui uma homenagem atrasada. Muitos já a fizeram e de forma mais caprichada e bela que eu seria capaz. Mas quando convidado para escrever uma resenha biográfica sobre o autor para uma revista literaria (desta falarei em breve, quando tudo estiver mais acertado) me vi diante de uma dificil tarefa, já que quase nada sabia a respeito dele: Havia ganhado um Nobel, e agora estava morto. Que duro, e que ignorante sou...

Mas em poucas literaturas o estranho tornou-se um doce familiar. E posso acrescentar ainda que foi especialmente prazeroso escrever, ou melhor, organizar está biografia. Conhecer a vida de Saramago me fez entender um pouco melhor as minhas inquietudes de jovem teimoso a escrever.

O texto ficou interessante (Ou melhor: Esta ficando, ainda não fechei os ultimos detalhes), se bem que a história de Saramago por ela mesma já é bem interessante. Quando tiver o "OK" do editor talvez a publicarei aqui.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

...?

Quero falar sobre inspiração e sobre o branco dessa tela que insisti em ser mais alvo a medida que tento espremer algo. Não sei se meus dedos são demasiados lentos mas tudo me foge. As vezes tenho a impressão de olhar para um armário onde balançam cabides vazios.

Queria ser capaz de falar sobre o nada e dele extrair linhas substanciáveis. Mas não sou. A unica coisa que consigo é distrair-vos. Mais nada. Pareço fazer o inverso do que Graciliano propunha.

Mas a quem culpar? Ainda não é claro se o que vejo jogado sobre esse branco vem de mim ou para mim.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Propria nudez




Não tenho o hábito de escrever poemas. Não é a minha cara. Mas sendo a minha cara ou não me vi rabiscando um cantinho do papel, meu coração acelerava a cada linha e quando terminei e vi aqueles garranchos a primeira coisa que fiz foi organizar em versos e mandar para uma amiga. Isso é um poema? Perguntei. Ela leu e disse que sim. É um lindo poema.

Nunca havia me sentido tão nu. Estranho falar assim. Meus personagem quase sempre acabam sem roupa mas pela primeira vez me senti nu. No entendimento daquelas palavras soltas e do abstratato desenhado por aqueles versos se constroi sim as minhas verdadeiras linhas.

Compreendo agora o que aquela moça (no caso, a artista) fazia deitada e despida sobre uma travessa de frutas na exposição do "Argentina Hoy". 




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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Escatalógico e etc

Outro dia caminhava pela rua de casa, voltava absorto em meus pensamentos até que uma moça que passava ao meu lado chamou minha atenção por sua beleza. Podia facilmente passar-se por uma daquelas artistas de tevê. Continuei acompanhando-a com o olhar, ela andava destraida também, seguia para o sentido contrario ao meu, mas antes de me virar e voltar ao meu caminho pude vê-la escarrar no meio-fio e atravessar a rua.

Belas moças escarram? Aquela escarrava, e o fazia com gosto.

Lembrei-me quase automaticamente de um conto de Rubem Fonseca que iniciava com uma cuspida.

Tem dias que acordo meio assim: Só observo aquilo que ninguém quer ver. Como aquela melequinha apontando pra fora do nariz de um desconhecido, me coço pra nao cutucar o sujeito e dizer : "ta sujo aqui, oh.. " mas sempre me seguro...


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Ah, vocês podem conferir meu novo conto : "Quase amei Rosana", há um link aqui do lado.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Dia do orgulho Nerd

Descobri ontem que existia essa data comemorativa. Lembro que quando era piralho queria usar óculos só para parecer mais inteligente. Costumava assistir aqueles filmes pastelões na sessão da tarde onde um bando de Nerds apesar de desajeitados sempre se davam bem no final. Era interessante parecer inteligente naquela época, eu tinha só dez anos e essa postura me rendia alguns pontos com os adultos.

Depois chega a adolescencia que para um Nerd parece ser mais complicada. Talvez seja o fato de pensar de mais... E depois tem os Oculos, aparelho dentário, espinhas... que horror!


Não sei por quê, mas sempre simpatizei com o pobre Milhouse.


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Já está disponivel até o capitulo 8 do conto "O segredo de Sofia"... 
http://contoosegredodesofia.blogspot.com/

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Muito tempo não postava nada aqui. O conto da Sofia estacionou no capitulo 6. Espero ainda nessa semana colocar mais uns dois capitulos e alguma ilustração.

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A escritora Ana Paula Maia está disponibilizando no site cronópios seu romance "O habitante das falhas subterrâneas". Há links para os capítulos no blog da autora: http://www.killing-travis.blogspot.com/ . Nele também há mais contos e os posts da autora são bem interessantes.

O romance em questão traz à cena um rapaz de 17 anos, um adolescente de classe média, com todos os dilemas e problemas proprios da idade. A estória vai ganhando ritmo a medida que Ariel, personagem central e narrador, desnuda o mundinho de aparencias em que vive. O texto tem linguagem simples e é dificil não se deixar levar pelo jeito que ele enxerga o mundo: Visionário e frio.

sexta-feira, 19 de março de 2010

capitulo 4

disponibilizei o cap. 4 do "Segredo de Sofia":Cap4

A Teoria do vazio e a arte

Hoje esbarrei com uma reportagem do final do ano de 2008 sobre Carol Pivetta, que foi presa por pichar o museu de arte moderna de São Paulo. Ela dizia se indentificar pelo vazio, que também era tema da exposição. Depois emendou dizendo que arte não foi feita para estar nas galerias.

Condeno o ato da moça, mas o que ela disse me fez pensar.Arte na galeria...

 Arte no livro. Arte no CD. Parece que só quando colocamos uma moldura é que conseguimos enxergar a realidade de uma janela.

terça-feira, 16 de março de 2010

terceiro capitulo

O capitulo 3 já está disponível...O segredo de Sofia

sexta-feira, 12 de março de 2010

capitulo 2

Acho os primeiros capítulos de "O Segredo de Sofia" muito bobos, mas a medida que a historia avança o enredo vai criando corpo e os personagens se tornam menos chatos. Levei cerca de dez meses para finalizar o conto, as vezes passavam mais de dois meses sem que eu me sentasse para mexer nele. 10 meses parece pouco, passa rápido, mas acontece muita coisa nesse intervalo de tempo. Consegui manter a linearidade da historia porque tinha muito bem desenhado na minha cabeça como tudo se desenrolaria.

Bom, ai está o segundo capitulo bobo desse conto.

Capitulo 2

terça-feira, 9 de março de 2010

Aos 20

Ainda ando pelos lugares que andava quando tinha 15 anos. Sempre vejo gente usando o uniforme do meu antigo colégio. E quase sempre sou tomado por um sentimento nostálgico. Lembro da sueca nos bancos azuis, das rodas de violão, e que a volta pra casa parecia mais curta porque sempre havia alguém pra voltar junto conversando.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Capitulo 1





O primeiro capítulo do Conto "O segredo de Sofia" já está disponivel em:O segredo de sofia

quarta-feira, 3 de março de 2010

O segredo de Sofia

Quero postar aqui em breve esse conto. Mas ficou meio extenso. dividi em 20 capitulos e irei publica-los assim: um capitulo a cada dois dias. Ainda tenho que revisa-lo, trabalho dificil esse, rê-le algo que você mesmo escreveu é como se olhar no espelho, você sabe mais ou menos o que vai encontrar então alguns detalhes passam despercebidos...

Stephen King já dizia que quando se escreve é necessario que seja guardado e esquecido numa gaveta para que amadureça, para só então ser revisto e acertado as ultimas pinceladas.

"O segredo de Sofia" se aproxima mais do estilo de narrativa do "Noivo NU". Contos urbanos, gosto disso. Acredito ser um bom observador, e vivendo num cenario urbano são eles que me inspiram: É o trem lotado, um mosaico de tudo; os carros que passam na pista molhada, os mendigos, as mulheres de blusa decotada, os bebados, os flanelinhas que irão riscar seu carro. Toda essa gente que se espreme pra tentar disser que também é UM e não NÓS é o que realmente me inspira. Gosto da bagunça, do mexido, do palavrão quando bem empregado (e não como virgula!), das promessas de amor jamais cumpridas.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Curtinho é mais gostoso

Estou postando meus contos na integra, mas não sei se eu teria coragem de lê-los, parecem grandes... então,já que não tenho como poupa-los nos contos (eles são grandinhos mesmo!!!)as postagem serão curtinhas. É uma arte disser em poucas palavras.

Conto para meninas

Foi exatamente isso o que pensei quando reli "O Homem que roubava sonhos". Escrito no incio de 2006, o conto traz cena uma menina confusa e perdida que se apaixona por ser encantado. Engraçado ve o quanto mudei: sera que hoje seria capaz de escrever a mesma coisa?

Acho que não!

Top Eggers Brasil

Pra inicio de conversa, essa ideia, nome e qualquer outro derivado não é de minha total autoria. Realmente existiu um maluco que praticava top egg na minha época de colegio...

Bom, mas o que vem a ser Top Egg? simples: Se o top less (moças tomando sol sem a parte de cima do biquini) oriundo do ingles significa top = cima; less = sem; top less seria trazido para o português algo como "sem a parte de cima". Já o top egg, é oriundo de um ingles sem noção, e criado por alguém que não conhecia bem a lingua. Mas vou explicar: Se o top less é mostrar os seios, o top egg seria mostrar os ovos.

Tava pensando, felizes são os escoceses que usam kilt e vira e mexe estão ventilando as partes. Que pensamentos loucos, deve ser o calor...

domingo, 28 de fevereiro de 2010

O bendito peladão

Agora é pra valer: Acho que devo isso a alguns amigos... Já está disponível o conto "Noivo NU". Meu segundo conto realmente acabado (tenho tantos perdidos nos meus cadernos, sem fim ou sem incio... )e o primeiro que tive coragem de mostrar a alguém. E usando das palavras de Ana Paula Maia, Sempre sofri de mais com a sanfona da autocritica: Isto está bom, está ruim, está execenlente, está uma porcaria... Mas deixando essa tal sanfona de lado um pouco, ae está, espero que saboreiem. Achem ruim, ou achem bom, degustem até a ultima corelhada e recomendem o prato se for o caso.

Mas o que disser sobre esse tal peladão do conto, esse tal noivo nu? Lembro que a moça do registro perguntou se ele era bonito. E para ser sincero nunca pensei num rosto pra ele, acho que nem nome o coitado tinha... Noivo Nu é só mais um, é seu amigo, ou algum conhecido preso numa historinha fraca.

Outro ponto é o final: Sim, acaba ali mesmo. Gosto de pontas soltas, reticencias...

Enfim...

Há tempo estava querendo criar um espaço pra publicar o que produzo, mas os contratempos nunca me permitiam. Acho que agora nasceu.